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O dia 1º de junho de 2016 foi um marco para o Centro de Tratamento Oncológico (CTO) em São João del-Rei: a Santa Casa da Misericórdia retomou, nessa data, a totalidade administrativa dos serviços prestados pelo setor. Assim, a instituição frisou priorizar, mais uma vez, o compromisso com a atenção e o bem-estar dos pacientes, bem como um projeto extremamente avançado de funcionamento. Prova disso é a recente aquisição de um Acelerador Linear para impulsionar a Radioterapia.

O equipamento de última geração é importado dos Estados Unidos e deve chegar ao Campo das Vertentes em setembro. Parte dos recursos para essa conquista foram cedidos pelo Ministério da Saúde após serem pleiteados por representantes políticos da região.

Todos esses fatos são recentes. Mas se sustentam em ampla trajetória de lutas e conquistas, começando no ano de 1998. Naquele ano, o então provedor da Santa Casa, Dr. Omar Tayer, uniu esforços ao oncologista Marcos Garcia de Lima para realizar o sonho de oferecer tratamento contra o câncer em São João del-Rei. Dois outros profissionais foram convidados a coordenar o projeto: o clínico José Flavio Ribeiro de Andrade e o hematologista Carlos Antônio Neves Teixeira.

Em 2003, portanto, os pacientes diagnosticados com a doença em 18 municípios do Campo das Vertentes passaram a finalmente contar com tratamento de ponta perto de casa. O resultado: mudança completa na perspectiva do tratamento oncológico em um raio de 100km.

Pode parecer apenas um detalhe, mas não é: voltar para casa no mesmo dia após atendimentos e intervenções, estar próximo de familiares e amigos e se recuperar no aconchego do lar também influencia diretamente na saúde dos atendidos.

Mas nem só de tecnologia e quadro com colaboradores especializados em Oncologia Clínica e Cirúrgica, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Administração se faz o complexo referência das Vertentes, que tem o Dr. Frederico de Castro Escaleira como responsável técnico.

No CTO, o diferencial é e sempre vai ser a humanização. Todas as pessoas que passam pela recepção são recebidas pelo nome, com sorriso, carinho, atenção e dedicação. Não há cadeiras frias de hospitais. São espaços de espera que se confundem com o aconchego de uma sala de casa. O cuidado começa exatamente aí.